sábado, outubro 22, 2011

São Gilmar apareceu

E não é que tive o (des) prazer que ver ao vivo e a cores São Gilmar  em solo capixaba. O padroeiro dos banqueiros oprimidos apareceu por essas plagas e o pessoal resolver fazer uma manifestação visando aprovação de um plano de carreira.
Não pude deixar de notar a semelhança física do mesmo com aquele personagem da Praça é Nossa. Como? você não sabe de quem estou falando? Olhe só embaixo.

O rapa em Laranjeiras

Não, não é a famosa banda brasileira, mas sim uma ação da polícia visando reprimir o comércio ilegal em Laranjeiras. Acho que o pessoal não pagou a caixinha e a polícia resolveu mostrar serviço. No outro dia estavam todos os camelôs vendendo seus artigos.

Um pouquinho de pauleira

Diferenças


O piadista


Eu já sabia!


Brasil entregará infraestrutura da Copa nos ‘45 do segundo tempo’, dizem jornalistas

O Governo Federal promete estádios 100% concluídos em 12 capitais brasileiras e serviços de mobilidade urbana de qualidade para a Copa de 2014. Mas na opinião de jornalistas, o País só dará conta de conta de cumprir essas demandas às vésperas do mundial.

O colunista do jornal Agora São Paulo, que edita o “Caneladas do Vitão”, e do “Pra Toda Obra”, transmitido na rádio BandNews FM, Vitor Guedes, cobriu a última Copa e pensa que a situação no Brasil será a mesma da África do Sul. “O meu grande temor é com relação aos aeroportos, que são patéticos, caóticos, é um inferno.”

Segundo Guedes, o deslocamento urbano é um gargalo a ser resolvido. “Tudo ficará pronto, principalmente os estádios, mesmo que em cima da hora. Mas vão ter atrasos. Já os aeroportos, não vão dar conta se continuarem como estão”, opina.

“Estamos perdendo uma chance única de crescer”
Por outro lado, o repórter esportivo da Rádio Jovem Pan AM Bruno Vicari defende que o País está perdendo uma chance única de crescer, pela forma como está sendo conduzida a preparação para a Copa. Ele compara o Brasil a Los Angeles (EUA), que realizou a Olimpíada de 1984 e se desenvolveu. “Trinta anos depois o Brasil ainda não aprendeu – ou não quer colocar em prática – a lição.”

Outra questão levantada por Vicari é o fator financeiro. “Nós realizaremos um grande mundial. O problema é o custo disso tudo e o quanto será revertido em melhorias para o País. As obras, até onde sabemos, estão atrasadas e mal orçadas. Além disso, o governo tem o papel de investir em comunicação, transporte e na qualificação de profissionais. Levantar o estádio não é o problema.”

Vicari acha questionável o critério adotado para a escolha das capitais que sediarão o Mundial de 2014. ”Como explicar cidades como Manaus e Brasília, que não têm times nem público, ganharem grandes estádios enquanto Belém do Pará, com três torcidas fanáticas ficar fora da copa?“, comenta.
Fonte: Comunique-se

Homenagem ao passado de um amigo

Uma singela homenagem ao amigo Cajaiba, já que ele é um dos poucos no Brasil a poder dizer aquela célebre frase da música de Leo Jaime: "Eu comi a Madonna"

O homem do abraço gostoso


Há poucos dias estive com um velho amigo dos tempos de São Mateus. Deusdete é daqueles tipos que não dá para esquecer devido a sua bondade, generosidade e principalmente pela personalidade, digamos, pitoresca.
Deusdete nada mais é do que um cruzamento de Zé Bonitinho com Bibelô - aquele personagem do Angeli - e que rende histórias memoráveis.
Dividi uma república com a figura, juntamente com outro amigo memorável, Eduardo, que já cheguei a mencionar aqui.  Sair com o dois era  no mínimo hilário, diante da disputa em conseguir uma '"ficante". Era o  equivalente a apostar uma corrida, ante a competição que se formava. "Eu vi primeiro", "não, ela está dando mole para mim", "vocês não tem chance com ela" e por aí vai. Iam os três em cima de um grupo de meninas e logo Deusdete mostrava o repertório de cantadas - daquelas bem cafajestes - e emendava uma disputa com Eduardo. O arsenal de Deusdete era algo que impressionava, do tipo: "Menina, quando você quiser lembrar de mim, pense em Deus... Deusdete" ou o seu grito de guerra "Oi Meninaaaa!" e por aí vai.
Mas a clássica, inesquecível, sempre vinha no final. Após uma disputa equivalente a duas onças em cima de uma capivara - eu saia logo de cara, pois sabia que era muito homem em cima de uma mulher e partia para outra - Eduardo me encontrava e vociferava sua frustração ante a insistência de Deusdete junto a menina em disputa. Eis que minutos depois, chegava Deusdete,  serelepe e com um ar de felicidade que invejava. Vinha então a pergunta dos desistentes:
- E então, ficou com a menina?
Vinha então a solene resposta do galã insistente:
- Não, mas eu dei um abraço gostoso!
Respostas como essa renderam a ele um apelido jocoso de vinagrete (apenas temperava a mulher), mas o interessante disso que sua confiança não era abalada. Pelo contrário, dava mais força ainda, o que tornou-o uma figura popular entre as mulheres. Afinal, qual homem que se contenta com um abraço gostoso? Mas é bom ressaltar que as vezes ele conseguia sucesso em suas investidas.
Deusdete é uma daquelas pessoas marcantes que passam por sua vida e que rende histórias para serem contadas aos netos. É um cara de uma lealdade e bondade   que vejo em poucos atualmente.
Nesse encontro fiz questão de tirar uma foto com a figura, sem antes registrar o momento em que presenciei uma de suas investidas numa garota que estava esperando ônibus, como pode ser visto abaixo. E olha que ele ainda conseguiu o número do telefone da garota!

Fast time

Está bem difícil manter o ritmo das postagens de outrora, mas ainda assim vou levando o Ericknews até passar esse período turbulento.

domingo, outubro 02, 2011

Nulla est pestis quae non homini ab homine nascatur


Não há flagelo que atinja o homem que não venha do homem. A frase é de Cícero, filósofo romano, mas serve bem para os dias de hoje. Pode uma pessoa reunir avareza, mesquinharia, estupidez, arrogância e truculência? Pode, com certeza pode. Contagem regressiva para o final do ano, onde tudo pode mudar.