Restaurante português oferece Fodinhas Quentes
Sob o ousado título FODINHAS QUENTES AGUÇAM O APETITE, a considerada Cathia Giampietro, que vive na Inglaterra e adora viajar pelo mundo afora, trouxe de Portugal uma página do Correio do Minho, a qual tece louvações ao bizarro cardápio de um restaurante da cidade de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, subregião do Minho-Lima.
Poliglotas
O considerado Eduardo Almeida Reis, melhor cronista diário do Brasil, anotou ao pé de sua coluna no Estado de Minas:
Ruminanças – “Há poliglotas, e não são poucos, que falam uma porção de línguas e não conseguem raciocinar em nenhuma delas” (R. Manso Neto).
Janistraquis recordou um episódio da campanha presidencial, digamos, intramuros, de Tancredo Neves. Um assessor se aproximou dele e apontou para um jovem estacionado na parede da sala:
"Doutor Tancredo, precisamos ter aquele ali como nosso assistente; o homem fala cinco línguas!!!"
O candidato, vergado ao peso da experiência e da doença que o matou pouco depois, respondeu:
"É, pode ser; mas antes devemos saber o que ele fala nessas cinco línguas..."
Quem defende
Chamadinha na capa do UOL:
Futebol -- Acusado de racismo, zagueiro do Palmeiras depõe na polícia
Danilo é defendido por Lincoln das acusações
Janistraquis acredita sempre e sempre que a ordem direta facilita a leitura, assim:
Danilo é defendido das acusações por Lincoln
Macaco Simão
A propósito, essa história de julgar criminoso alguém que chama um negro de macaco insere-se neste verdadeiro oceano de nescidades que é a "justiça" brasileira. Esse dislate significa o seguinte: pode-se chamar o desafeto de todos os palavrões da língua, a começar de filho da p..., que nada acontece; todavia, comparar o elemento a um primata é crime punível com até 3 anos de cadeia.
Ora, qualquer transeunte que em São Paulo encontrar o colunista José Simão do outro lado da rua, pode gritar: "E AÍ, MACACO?!?!?!". Simão, auto-denominado "Macaco Simão", responderá com um aceno e uma daquelas gargalhadas que somente ele é capaz de entoar.
Amasso arretado
De José Roberto Tributo, jornalista em Belo Horizonte, o qual, apesar do nome, não tem ligação alguma com a receita federal:
O Estado de Minas, auto-intitulado “O Grande Jornal dos Mineiros”, se dá ao luxo de ter várias colunas sociais, daquelas estilo anos 50, listando as presenças nas festas, e também “histórias em quadrinhos”, isto é, sequências de pequenas fotos em que aparecem sempre as mesmas pessoas, sempre nos mesmos lugares. Uma dessas colunas, intitulada Anna aos Domingos, deu a seguinte nota:
“DIAMANTINA – NÃO CONHEÇO UM SÓ DIAMANTINENSE QUE NÃO AMASSE PROFUNDAMENTE SUA CIDADE.”
Quero fazer um veemente apelo aos diamantinenses: pelamor de Deus, não dêem nenhum amasso em sua belíssima cidade.
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