sexta-feira, dezembro 31, 2010

A escada

Se tem um lugar que desperta recordações e lembranças, esse lugar é o centro de Vitória. Não há uma vez em que eu vá ao centro e não deixe de lembrar algum fato que aconteceu em minha infância. Parece que a informação ficou guardada de tal forma que, ao passar por determinados locais do centro de Vitória, lembro instantaneamente de acontecimentos ocorridos quando tinha cinco ou seis anos de idade.
O interessante é que, durante a nossa infância tudo parece ter dimensões maiores, seja na proporção ou na magnitude do fato. Não posso deixar de recordar o momento que estive no Parque Moscoso, depois de quase vinte anos da última visita. Tive a sensação de virei uma espécie da “Gulliver” e aquilo que era grande, passou a ficar pequeno ou pelo menos mais tangível.
Mas não são apenas dimensões espaciais (desculpe o geografês) que trazem a tona sentimentos como o descrito no parágrafo anterior. Há também uma escada. Uma escada há no meio do caminho, como diria Drummond. Falo da escada do Centro Comercial na rua Graciano Neves, criada com a incumbência se seguir o padrão das chamadas “escadas rolantes” e que atualmente é um exemplo de inércia. Ainda  lembro dela funcionando a pleno vapor, da movimentação de pessoas pela rua, no prédio e toda vida que pulsava no local que até então era o mais importante da cidade.
Hoje, passo pelo centro da cidade, decadente, e vejo aquela escada, inerte e esquecida. Garanto que poucos se perguntam o porquê dela não funcionar mais, já que perdeu a importância diante de todas as transformações que aconteceram no espaço geográfico local e caiu no ostracismo.
Talvez a referida escada me incomode não pelo que significou, mas pelo que ela representa atualmente. Acho que no meu subconsciente, ela representa a estagnação, a inércia, algo que me incomoda bastante, principalmente com o passar dos anos, onde vejo poucos avanços, com mais erros do que acertos.
Saindo da esfera da psicologia de boteco, acredito sinceramente que para tudo há um propósito, seja na existência de uma escada obsoleta ou em nossa própria vida, que vai ser determinante no andamento dos acontecimentos. Fatalismo? Talvez, mas se por um lado há de se pensar que exista uma lógica para nossa existência, também devemos considerar a nossa capacidade de superação e no dinamismo que existe em cada ser humano. Por isso, nunca é demais desejar um feliz ano novo e que o próximo ano seja melhor do que aquele que passou. Inércia, somente para objetos, como escadas.

Homenagem ao dia da posse

Já que haverá posse amanhã, dedico uma música a todos aqueles que irão se locupletar com o meu, o seu, o nosso dinheiro. Som na caixa!

Retrospectiva 2010

O ano começou letárgico, fruto da fase  que vem se estendendo na minha vida profissional. Em maio, decidi flertar com a culinária profissional e me aventurei no curso do Senac, onde fiquei apenas um mês devido ao surgimento de uma proposta de trabalho na Bahia.
Fui para Bahia, conheci gente interessante, fiz amizades, só que o emprego era uma enganação. Voltei para o ES com um emprego na campanha política, mas a velha situação do favorecimento à “afilhada de fulano” fez com que pedisse o boné do grupo o qual estava inserido.
Na sequência apareceu outro emprego, desta vez num sindicato, que me proporcionou terminar o ano com alguns trocados e pagar algumas contas. Em resumo, foi isso.

Troféu Limão

Para o STF (de novo), os grandes veículos de comunicação, políticos e para todos os psicólogos que fazem seleção (ou seria reprovação?) de candidatos a emprego.

Troféu Laranja

Doce, bem doce

Para José Serra, Fernando Henrique Cardoso e toda essa corja do PSDB que estavam confiantes na volta ao Palácio do Planalto.

terça-feira, dezembro 28, 2010

As frases de 2010

Fazer uma retrospectiva de tudo que foi dito e criou polêmica em 2010 é uma tarefa hercúlea, diante da quantidade de besteiras proferidas ou frases significativas pronunciadas diante da mídia. Separei algumas, apenas para não passar batido.


"Gravar no Brasil foi bom, pois pudemos matar pessoas, explodir tudo e eles (os brasileiros) dizem 'Obrigado, obrigado. E leve um macaco ́". Sylvester Stallone

"Eu me preparei a vida inteira para ser presidente." Do então candidato à Presidência da República, José Serra.

"Pior que tá não fica. Vote no Tiririca". Do deputado federal eleito Tiririca.

“Eles deveriam ver isso como um camping de fim de semana”. Do Primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi aos desabrigados do terremoto de Abruzzo.

"Sou inocente. Ainda vou rir disso tudo". De Bruno, goleiro do Flamengo, após ser preso pelo desaparecimento de Eliza Samudio.

Me ajuda aí, pô!

Datena recebe advertência por discriminação

A Comissão Processante da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo aplicou, em processo administrativo aberto a pedido da Defensoria Pública do estado, uma advertência ao apresentador José Luiz Datena por prática de discriminação por orientação sexual. Ele foi acusado de usar expressões ofensivas e preconceituosas como "travecão butinudo do caramba", ao narrar uma briga envolvendo um travesti.

O processo diz respeito ao programa veiculado no dia 30 de abril de 2010, quando foi exibida reportagem sobre uma briga que envolvia um travesti na rua Augusta, em São Paulo. No meio da confusão, o travesti empurrou o cinegrafista do programa. Segundo a denúncia, ao exibir a reportagem, Datena afirmou "isso é um travecão safado", "um travecão butinudo do caramba". (...)
Fonte: Conjur

Como é que é o negócio?


Fenaj fecha o ano com balanço positivo




Afirmação é do presidente da entidade, Celso Schröder


“O movimento sindical dos jornalistas teve avanços significativos em 2010.” Esta é a avaliação do presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Celso Schröder, que destacou, ente ouras ações, as movimentações em defesa do diploma. A luta pela democratização da comunicação, a qualificação da formação profissional em Jornalismo e a ampliação da inserção da Fenaj no movimento sindical internacional da categoria também foram apontadas por Schröder como momentos marcantes.
O presidente considera como uma vitória de 2010 a realização da primeira Conferência Nacional da Comunicação (Confecom) e seus desdobramentos. “O evento pontuou o debate sobre a democratização da comunicação no cenário político brasileiro, e isso tem que continuar em 2011”, alertou. A parceria da Fenaj e os sindicatos regionais com entidades como o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) foi descrita como essencial para as conquistas do ano.
Para 2011, Schröder considera que há grande possibilidade de aprovação das PECs do Diploma, de avançar no debate de um novo marco regulatório das comunicações e de melhorias nas condições salariais e de trabalho dos jornalistas. O novo ano deve começar para a entidade com “otimismo realista, sem jogar o movimento sindical da categoria em aventuras de risco”. Além disso, acredita na luta por melhores condições de vida e trabalho para os jornalistas.
Para Schröder, 2011 também aponta a possibilidade de avançar em melhores condições de vida e trabalho para os jornalistas. “Há uma conjuntura econômica favorável nacionalmente”, analisa, registrando que a luta por um piso nacional dos jornalistas foi uma das resoluções aprovadas no 34º Congresso Nacional dos jornalistas, realizado em agosto, em Porto Alegre.
Fonte: FNDC

A PEC que restitui da volta da obrigatoriedade do diploma de jornalista não foi aprovada, a precarização das condições de trabalho e o desemprego dentro da categoria atinge a níveis insuportáveis, a defasagem salarial é uma das maiores, a concentração da mídia nas mãos de de empresários continua, os grandes veículos de comunicação continuam repelindo qualquer forma de controle, a  qualidade da produção na TV, rádio e jornal continua indo de mal a pior, sem falar na parcialidade explícita em favor dos detentores do poder. Fica então a questão: Qual foi o balanço positivo?

segunda-feira, dezembro 27, 2010

Placa de sinalização em Vila Velha

Fim de ano

Passado o natal, chega aquela semana onde praticamente não acontece porra nenhuma e a ordem é esperar o ano acabar, pois não tem mais nada. É a época em que não há nada para ser consolidado, nenhuma perspectiva, tudo que tinha que acontecer já aconteceu e o negócio é apenas esperar. Esperar que venha alguma coisa melhor. Esperar que  sejam criadas perspectivas melhores do que esse maldito ano de 2010, onde só Dilma Rousseff parece ter se dado bem. Ter esperança de que dias melhores virão. Em homenagem  a esse período insonso do ano, postarei uma música do grupo Língua de Trapo que tem um pouco haver com toda essa letardia de final de ano. Fim de ano é foda!

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Para aqueles que vão viajar de avião...

Farra com muito dinheiro público

UNE é indenizada por destruição de sede na ditadura



A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça depositou R$ 30 milhões na conta da União Nacional dos Estudantes (UNE) para a reconstrução da antiga sede da entidade, incendiada e demolida durante a ditadura. O depósito, a título de indenização, foi possível graças a aprovação da Lei 12.260/10, em abril deste ano, que reconhece a responsabilidade do Estado na destruição da sede da UNE na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro. Esta é a primeira indenização coletiva paga pelo Estado brasileiro.
O projeto para a construção do prédio foi doado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e a inauguração está prevista para 2013. Segundo o Ministério da Justiça, o governo federal vai pagar, ao todo, R$ 44,6 milhões como reparação, o que representa pouco menos da metade do limite previsto na lei. A segunda parcela restante, de R$ 14,6 milhões, será paga em 2011. A Lei 12.260 determinou que o montante não poderia ultrapassar o limite de seis vezes o valor de mercado do terreno, avaliado pela Caixa Econômica Federal em R$ 16,2 milhões, metade do valor liberado.
O valor da indenização foi definido por uma comissão com representantes do Congresso Nacional, da Presidência da República, da Secretaria dos Direitos Humanos e dos ministérios da Justiça, da Educação, da Fazenda e do Planejamento. O grupo trabalhou durante 60 dias e apresentou um parecer aos ministros da Justiça, Luiz Paulo Barreto, e da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci. Ambos acataram o parecer da comissão.(...)
Fonte: Conjur

Não há de ser questionado o mérito da indenização, já que o fato realmente aconteceu e é louvável por parte do governo federal esse tipo de atitude. Entranto, conhecendo os métodos da UNE e como a referida entidade se comporta atualmente, só posso lamentar o meu, o seu, o nosso dinheiro sendo utilizado para festas, viagens de avião, campanhas políticas em naturalmente, o desvio puro e simples para contas de terceiros. Como diria meu amigo Mesenga: "Tem coisas que eu num entendo"!

Fica a dica

Repórter se veste de coelho e chama parlamento da Ucrânia de “circo”



Da Redação


Como forma de protesto ao mau comportamento dos deputados ucranianos, que recentemente trocaram socos e arremessaram cadeiras em plena sede do parlamento Verkhovna Rada, em Kiev, capital do país. Por conta desse episódio, o jornalista Roman Vintoniv, de uma emissora de televisão local, resolveu entrevistar os políticos com uma fantasia branca de coelho.
“Se o parlamento está se tranformando em um circo, então isso precisa ser oficialmente reconhecido e as pessoas precisam se vestir apropriadamente”, disse o repórter.
Por diversas vezes, o jornalista, vestido de coelho da cabeça aos pés, tentou entrevistar os deputados “brigões”, mas era imediamente ignorado. Depois que todos se deram conta do que Vintoniv estava fazendo, a equipe de comunicação tentou expulsar o repórter do local, alegando que seu traje não era apropriado.
No entanto, conforme outros jornalistas informaram ao colega, o parlamento Verkhovna Rada não possui regras quanto ao tipo de vestimenta, o que possibilitou legalmente a permanência do repórter na seção.
Fonte: Comunique-se

Só não entendi por que ele foi vestido de coelho. A melhor pedida para época não seria fantasia de papai noel?

domingo, dezembro 19, 2010

Costelão 2010

Sobrevivi! Esta é a palavra que sintetiza melhor o já tradicional evento etílico dos meus antigos colegas de Ufes. A décima edição do Costelão reuniu aquela galera divertida de sempre e se consolidou como ponto de encontro dos "dinossauros" da Geografia-Ufes. Como um dos idealizadores da bagaça, nunca tive a expectativa que durasse tanto e reunisse tanta gente. Este ano, até que andava sumido marcou presença. As fotos falam por si só e espero ter fígado para o ano que vem.



sexta-feira, dezembro 17, 2010

Dinheiro na mão é vendaval

Deu no blog do Japiassu

Acesse a coluna do jornalista Moacir Japiassu no site comunique-se ou no seu blog
http://blogstraquis.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=11383

Justiça aposta na conciliação de araque
Janistraquis leu por aí que, para reduzir seus encargos, a Justiça resolveu investir num procedimento chamado "conciliação". Meu assistente desconfia de que não vai dar certo.
"Considerado, conciliação é o seguinte: junto à cerca do seu sítio ou fazenda, o caseiro derruba, a seu pedido, uns eucaliptos plantados por você há 30 anos, porque ameaçavam umas construções próximas. Há o testemunho de quem ajudou a plantar as mudas.
Aí, o vizinho entra na Justiça e reclama que as árvores pertencem a ele. Perplexo, você reage e ambos são levados à Junta de Conciliação. Com o único objetivo de sossegar os 'litigantes' as autoridades sugerem que partilhem os eucaliptos.
Assim, em nome da "Justiça" e de uma "paz de covardia", se me permitem, o vizinho desonesto ganha, de mão beijada, a metade das árvores que nunca lhe pertenceram e você ainda é visto na cidade como um bom filho dessa, daquela e daqueloutra. Agora me diga: como será o relacionamento dos dois daqui pra frente?"
("Reconciliados", os vizinhos não se olham nem se falam. O caso é real.)

De confiança
A coluna recebeu este criativo anúncio:
OFICINA TATÚ MAGAIVER
CONSERTA, ENDIREITA E ADAPÍTA

Faltou
A considerada Marly Almeida Barros, advogada no Rio, envia esta chamada na capa do G1:
Mundo -- EUA acreditam que há antissemitas no, revela WikiLeaks
Marly protestou:
"Para a gente saber o que há depois da vírgula, só mesmo acessando a página; e o pior é que a matéria não entrou de jeito algum!"

Crime em Jandira
O considerado Youssef Ibrahim, diretor de nossa sucursal itinerante no Vale do Paraíba, jurisconsulto de primeira linha, envia de um de seus escritórios:
Ainda sobre o tema "jornais têm medo de afirmar"... complementando, porém, com certo problema de dubiedade de que padecem alguns repórteres.
Tá no site Folha on Line:
"Polícia detém 2 e encontra suposto carro usado em assassinato de prefeito de Jandira"
"Suposto carro"? Como assim? Algo como aquele antigo shampoo da propaganda?
Sei lá. Frases dúbias têm dessas... Seria tão difícil assim mandar um "carro supostamente usado em assassinato..."?
E o mais impressionante é que ultimamente é fácil achar "pérolas" desse tipo em qualquer noticioso!

Nenhuma dúvida
Sabedoria escrita com letra diminuta na traseira de um caminhão com placa de Treze Tílias (SC) e, evidentemente, conduzido por um motorista/intelectual:
Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida.

Agora tem que correr atrás, cambada!

STF mantém decisão do CNJ de exigir concurso para titular de cartório




Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) negou o Mandado de Segurança (MS) 28279, ajuizado contra decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por Euclides Coutinho, efetivado como titular da Serventia Distrital de Cruzeiro do Sul em 1994, sem concurso público. No entendimento majoritário, a Constituição Federal atual exige expressamente a realização de concurso público de provas e títulos para ingresso na atividade notarial e de registro.
O processo pedia a anulação de decisão do CNJ que declarou a vacância das serventias dos serviços notariais e de registro cujos atuais responsáveis não tenham sido investidos por meio de concurso público de provas e títulos específico para a outorga de delegações de notas e de registro, conforme a CF/88, “excepcionando-se apenas os substitutos efetivados com base no art. 208 da CF/67, quando observados o período de cinco anos de substituição e a vacância da unidade em momento anterior à promulgação da CF/88”. (...)
Fonte: CNJ

Esse era um dos monopólios mais bem guardados que existia neste país. Agora, essa corja dos cartórios vai ter que se submeter a regras. Falta  quebrar o monopólio da mídia e acabar com esse negócio de juiz brasileiro ser quase um semi-deus neste país.

Tem monopólio até nisso?

WikiLeaks: Dados são exclusividade da Folha e O Globo, mas site não interfere na publicação


Renan Justi

As informações vazadas pelo Wikileaks são repercutidas diariamente pela imprensa mundial, no entanto somente sete veículos possuem acesso exclusivo aos arquivos secretos. Entre eles estão os jornais Folha de S. Paulo e O Globo, responsáveis pela checagem e publicação de informações contidas em três mil documentos confidenciais que abordam o Brasil. Os jornais têm autonomia para escolher, dentre todos os dados, o que deve ou não ser publicado.
Além dos periódicos nacionais, a jornalista da revista Carta Capital Natalia Viana, uma das colaboradoras do site Wikileaks, e representante da instituição, também tem acesso aos telegramas. Quanto a imprensa, ela garante. “Tudo relativo ao Brasil está com a Folha e Globo”, disse Natalia, em debate realizado na noite desta quarta-feira (15/12). Segundo a repórter, o jornal O Globo, por exemplo, montou uma equipe para apurar todos os documentos.
De acordo com ela, o Wikileaks não interfere nas publicações de Folha e Globo e cabe aos veículos escolherem o que deve ser divulgado. "O Wikileaks não irá julgar o tratamento dado pela Folha, cabe ao jornal decidir o que ele quer soltar”. No mundo, a parceria entre o site de Julian Assange e a imprensa é formada por The New York Times (Estados Unidos), The Guardian (Reino Unido), Le Monde (França), El Pais (Espanha) e pela revista Der Spiegel (Alemanha).
Estima-se que todos os documentos, cerca de 250 mil, serão disponibilizados para os internautas em janeiro do ano que vem. No olho do furacão, como a própria Natalia Viana, define seu atual momento, ela diz que tem sofrido pressão de diversos veículos que estão em busca do furo de reportagem, mas que “pouca gente está olhando o material” disponível no site.

O que os documentos falam sobre o Brasil
Dona de um blog pela revista Carta Capital que aborda o assunto, Natalia disse que os documentos são muito saborosos de ler. “Contam a história inteirinha do governo Lula na visão da diplomacia americana”, diz. Em um dos seus primeiros posts, os telegramas revelavam o que embaixadores dos EUA pensavam de Lula e sua cúpula de ministros, definindo Aloizio Mercadante, por exemplo, como “radical”.
Fonte: Comunique-se

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Obo je Balkan

Confesso que sou fã do estilo de música feita nos Balcans, principalmente os ritmos tradicionais ao som de instrumentos de corda (especialmente violino), acordeom e muitos metais. Se juntar todos aqueles países da região, descobrimos uma riqueza musical que mistura música tradicional folclórica, música cristã ortodoxa, música cigana e uma porrada de outros ritmos.


Fiz uma playlist de acordo com que consegui achar, já que não é muito fácil localizar no goear o trabalho de artistas balcânicos. Destaco o trabalho o trabalho da banda sérvia Shantel e Bucovina Club Orkestar, dos croatas Kraljevi Ulice (participou do Festival Eurovion 2009), dos macedônios do Anastasja, do sérvio de origem Bóznia e diretor de cinema Emir Kusturica e do romeno Roby Lakatos.

Wikidebate


Tinha um bom tempo que eu não postava um artigo de algum pensador famoso sobre um tema específico. Para não perder o costume, resolvi colocar esse artigo do Castells sobre o Wikileaks, já que o sociólogo em questão é um dos maiores expoentes do mundo quando o assunto é modernidade, transformação e conjuntura global. Não foi a toa que usei-o como referência na minha monografia.

Quem tem medo do Wikileaks?
Por Manuel Castells




Tinha que acontecer. Há tempo os governos estão preocupados com sua perda de controle da informação no mundo da internet. Já estavam incomodados com a liberdade de imprensa. Mas haviam aprendido a conviver com os meios de comunicação tradicionais. Ao contrário, o ciberespaço, povoado de fontes autônomas de informação, é uma ameaça decisiva a essa capacidade de silenciar sobre a qual a dominação sempre se fundou. Se não sabemos o que está acontecendo, mesmo que teimamos, os governantes têm as mãos livres para roubar e anistiar-se mutuamente, como na França ou na Itália, ou para massacrar milhares de civis e dar livre curso à tortura, como fizeram os Estados Unidos no Iraque ou no Afeganistão.
Os ataques contra o Wikileaks não questionam sua veracidade, mas criticam o fato de sua divulgação com o pretexto de que colocam em perigo a segurança das tropas e cidadãos. Por isso o alarma das elites políticas e midiáticas diante da publicação de centenas de milhares de documentos originais incriminatórios para os poderes fáticos nos Estados Unidos e em muitos outros países por parte do Wikileaks. Trata-se de um meio de comunicação pela internet, criado em 2007, publicado pela fundação sem fins lucrativos registrada legalmente na Alemanha, mas que opera a partir da Suécia. Conta com cinco empregados permanentes, cerca de 800 colaboradores ocasionais e centenas de voluntários distribuídos por todo o mundo: jornalistas, informáticos, engenheiros e advogados, muitos advogados para preparar sua defesa contra o que sabiam que lhes aconteceria.
Seu orçamento anual é de cerca de 300 milhões de euros, fruto de doações, cada vez mais confidenciais, mesmo que algumas sejam de fontes como a Associated Press. Foi iniciado por parte de dissidentes chineses com apoios em empresas de internet de Taiwan, mas pouco a pouco recebeu o impulso de ativistas de internet e defensores da comunicação livre unidos em uma mesma causa global: obter e divulgar a informação mais secreta que governos, corporações e, às vezes, meios de comunicação ocultam dos cidadãos. Recebem a maior parte da informação pela internet, mediante o uso de mensagens encriptadas com uma avançadíssima tecnologia de encriptação cujo uso é facilitado àqueles que querem enviar a informação seguindo seus conselhos, ou seja, desde cibercafés ou pontos quentes de Wi-Fi, o mais longe possível de seus lugares habituais. Aconselham não escrever a nenhum endereço que tenha a palavra wiki, mas utilizar outras que disponibilizam regularmente (tal como http://destiny.mooo.com). Apesar do assédio que receberam desde a sua origem, foram denunciando corrupção, abusos, tortura e matanças em todo o mundo, desde o presidente do Quênia até a lavagem de dinheiro na Suíça ou as atrocidades nas guerras dos Estados Unidos.
Receberam numerosos prêmios internacionais de reconhecimento pelo seu trabalho, incluindo os do The Economist e da Anistia Internacional. É precisamente esse crescente prestígio de profissionalismo que preocupa nas alturas. Porque a linha de defesa contra as webs autônomas na internet é negar-lhes credibilidade. Mas os 70.000 documentos publicados em julho sobre a guerra do Afeganistão ou os 400.000 sobre o Iraque divulgados agora, são documentos originais, a maioria procedentes de soldados norte-americanos ou de relatórios militares confidenciais. Em alguns casos, filtrados por soldados e agentes de segurança norte-americanos, três dos quais estão presos. O Wikileaks tem um sistema de verificação que inclui o envio de repórteres seus ao Iraque, onde entrevistam sobreviventes e consultam arquivos.
Essa é a tática midiática mais antiga: para que se esqueçam da mensagem: atacar o mensageiro. De fato, os ataques contra o Wikileaks não questionam sua veracidade, mas criticam o fato de sua divulgação, sob o pretexto de que colocam em perigo a segurança das tropas e de cidadãos. A resposta do Wikileaks: os nomes e outros sinais de identificação são apagados e são divulgados documentos sobre fatos passados, de modo que é improvável que possam colocar em perigo operações atuais. Mesmo assim, Hillary Clinton condenou a publicação sem comentar a ocultação de milhares de mortos civis e as práticas de tortura revelados pelos documentos. Nick Clegg, o vice-primeiro-ministro britânico, ao menos censurou o método, mas pediu uma investigação sobre os fatos.
Mas o mais extraordinário é que alguns meios de comunicação estão colaborando com o ataque que os serviços de inteligência lançaram contra Julian Assange, diretor do Wikileaks. Um comentário editorial da Fox News chega inclusive a cogitar o seu assassinato. E mesmo sem ir tão longe, John Burns, no The New York Times, procura mesclar tudo num nevoeiro sobre o personagem de Assange. É irônico que isso seja feito por este jornalista, bom colega de Judy Miller, a repórter do The Times que informou, consciente de que era mentira, a descoberta de armas de destruição em massa (veja-se o filme A zona verde).
É o Partido Pirata da Suécia que está protegendo o Wikileaks, disponibilizando-lhe o seu servidor central fechado em um refúgio subterrâneo à prova de qualquer interferência. Essa é a tática midiática mais antiga: para que se esqueçam da mensagem, atacar o mensageiro. Nixon fez isso em 1971 com Daniel Ellsberg, que publicou os famosos papéis do Pentágono que expuseram os crimes no Vietnã e mudaram a opinião pública sobre a guerra. Por isso Ellsberg aparece em entrevistas coletivas ao lado de Assange.
Personagem de novela, o australiano Assange passou boa parte de seus 39 anos mudando de lugar desde criança e, usando seus dotes matemáticos, fazendo ativismo hacker para causas políticas e de denúncia. Agora está mais do que nunca na semiclandestinidade, movendo-se de um país para outro, vivendo em aeroportos e evitando países onde se procuram pretextos para prendê-lo. Por isso, foi aberto na Suécia, onde se encontra mais livre, um processo contra ele por violação, que logo foi negado pela juíza (releiam o começo do romance de Stieg Larsson e verão uma estranha coincidência). É o Partido Pirata da Suécia (10% dos votos nas eleições europeias) que está protegendo o Wikileaks, deixando seu servido central trancado em um refúgio subterrâneo à prova de qualquer interferência.
O drama apenas começou. Uma organização de comunicação livre, assentada no trabalho voluntário de jornalistas e tecnólogos, como depositária e transmissora daqueles que querem revelar anonimamente os segredos de um mundo podre, enfrenta aqueles que não se envergonham das atrocidades que cometem, mas se alarmam com o fato de que suas maldades sejam conhecidas por aqueles que elegemos e pagamos. Continuará.
Fonte: FNDC

A frase da semana

Atenção colorados! O sonho acabou mas as mensalidades da CVC continuam!
@marysheee

Que papelão heim, Internacional! Depois dessa, só falta perder para o Rio Branco, Desportiva e o meu querido Vitorinha.

terça-feira, dezembro 14, 2010

Tô nessa!

Maioria dos trabalhadores no mundo não conta com benefícios sociais



Por Vânia Cristino, do Correio Braziliense


Apenas uma em cada cinco pessoas no mundo conta com uma proteção social em patamares dignos e apropriados. As demais ou não têm qualquer tipo de cobertura ou ela é insuficiente para garantir os níveis mínimos, listados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) na Convenção 102.
Embora a fotografia do globo em termos de proteção social ainda seja desalentadora, é possível gastar relativamente pouco - entre 3% e 5% do Produto Interno Bruto de cada país - e tirar contingentes significativos da população da condição de desamparo total e miséria.
"É possível estender a cobertura mesmo em países com dificuldades econômicas e fiscais", afirmou o especialista em seguridade social para as Américas da OIT, Helmut Schwarzer, convidado a participar da 1ª Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento de Sistemas Universais de Seguridade Social, promovida pelo governo brasileiro.
O Brasil, aliás, é frequentemente citado internacionalmente como um exemplo a ser seguido, porque tem destinado parcela significativa do seu orçamento a gastos sociais e conseguindo diminuir a pobreza.
Fonte: Diap

Esse dinheiro não é meu; essa conta não é minha!

MP denúnciou prejuízo só em um mês do contrato
Por Fernando Porfírio
O que levou o Tribunal de Justiça de São Paulo a rever a condenação de Paulo Maluf no caso frangogate, um dos mais emblemáticos que passou nos últimos anos pela Justiça paulista? O ponto determinante foi que a corte paulista entendeu que não houve prejuízo ao erário público com a operação triangular, envolvendo a prefeitura paulistana e as empresas Ad’Oro e Obelisco.

Ao falar de prejuizo para os cofres públicos na compra de frango para a merenda escolar do muncípio, o Ministério Público só levou em conta um mês do contrato. Ao analisar o contrato inteiro, o TJ-SP constatou que o município, na verdade, economizou R$ 200 mil.
Maluf foi acusado de compra superfaturada de frangos durante sua gestão à frente da prefeitura de São Paulo. "Condenar o Paulo Maluf é mais difícil do que escalar o monte Everest", disse um promotor de Justiça que atua na área de defesa do patrimônio público. A Procuradoria de Justiça disse que está analisando a decisão de hoje para saber se vai ou não recorrer aos Tribunais Superiores.
O Tribunal paulista concluiu que, ao contrário do que sustentava o Ministério Público, considerado o valor total do contrato, o município economizou no lugar de sofrer prejuízo ao contratar a Ad’Oro.(...)
Fonte: Conjur

Fez escola

Site promete "em breve" rivalizar com o WikiLeaks

Da Redação


"Coming soon!" (em breve, na tradução livre) é a mensagem que aparece na recém-criada, e ainda sem conteúdo, página na web que recebeu o nome de OpenLeaks. A nova marca pertence a Daniel Domscheit-Berg, ex-assistente de Julian Assange, que promete concorrer com o WikiLeaks e fazer um site com maior transparência.
Domscheit-Berg informa que já conta com o auxílio de dez pessoas para manter o OpenLeaks, mas que o site vai começar a produzir conteúdo no início de 2011. Ele também afirma que a página online dirigida por ele terá o mesmo objetivo inicial do WikiLeaks: permitir que anônimos divulguem informações confidenciais, principalmente documentos governamentais, à imprensa.
O responsável pelo OpenLeaks admite ter a ideia de permitir o trabalho conjunto entre a mídia, sindicatos e ONG's, disponibilizando a cada setor uma plataforma diferente do site. "Se você é um grande jornal, você pode escolher um sistema dedicado projetado para atender às suas necessidades específicas, no caso de você precisar de um maior poder de computação", revelou Domscheit-Berg, em entrevista ao site francês Owni.


Críticas a Assange
O ex-colega de trabalho de Assange aproveitou para criticar a conduta que o WikiLeaks adotou nos últimos tempos. De acordo com ele, o site comandado pelo australiano não defende mais a transparência do conteúdo divulgado. Ele ainda aproveitou para, de forma indireta, acusar o concorrente de "organização clandestina" e que "mantém uma agenda política".
"Se você defende a transparência, ela tem que estar em sua funcionalidade, não foi o caso do Wikileaks. Nós (OpenLeaks) somos uma fundação, registrada como tal na Alemanha, e não uma organização clandestina. Isso significa que nós não temos nenhuma agenda política, não temos razão para esconder e que vamos construir nossa ferramenta com o objetivo de continuar operando", disse Domscheit-Berg.
Fonte: Comunique-se





domingo, dezembro 12, 2010

Direto dos Balcãs

Ainda sobre o Wikileaks

"Não mate o mensageiro", escreve fundador do WikiLeaks ao ser preso



sexta-feira, dezembro 10, 2010

Pau que dá em Chico, também dá em Francisco

Lula pede protesto contra ataques ao WikiLeaks


Da Redação


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu manifestações a favor da liberdade de expressão no caso do WikiLeaks, site que divulga documentos secretos de governos. Lula criticou a imprensa brasileira por não protestar contra os ataques ao site. ”O rapaz que estava desembaraçando a diplomacia norte-americana foi preso e eu não estou vendo nenhum protesto contra [o cerceamento à] liberdade de expressão. É engraçado, não tem nada”, afirmou o presidente, durante evento sobre o balanço dos quatros anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), nesta quinta-feira (9/12).
Lula fez questão que sua equipe registrasse seu protesto no Blog do Planalto. “Ô, Stuckinha (Ricardo Stuckert, fotógrafo oficial da Presidência da República), pode colocar no Blog do Planalto o primeiro protesto, então, contra [o cerceamento à] liberdade de expressão na internet, para a gente poder protestar, porque o rapaz estava apenas colocando aquilo que ele leu. E se ele leu porque alguém escreveu, o culpado não é quem divulgou, o culpado é quem escreveu. Portanto, em vez de culpar quem divulgou, culpe quem escreveu a bobagem, porque senão não teria o escândalo que tem. Então, Wikileaks, minha solidariedade pela divulgação das coisas e meu protesto contra [o cerceamento] da liberdade de expressão”.
Lula também alertou para que a presidente eleita Dilma Rousseff avise a seu ministro das Relações Exteriores (Antônio Patriota, já foi escolhido para o cargo) que “se não tiver o que escrever, não escreva bobagem, passe em branco a mensagem”. O presidente se referia a cartas sobre o Brasil enviadas pelo ex-embaixador estadunidense no país, Clifford Sobel, que tratava das relações entre os dois países.
A manifestação do presidente repercutiu na web e já é um dos assuntos mais comentados do Twitter Brasil. O WikiLeaks, por meio de seu Twitter, também divulgou o protesto de Lula.


Fonte: Comunique-se

A frase da semana

Se o Papai Noel soubesse como fica o shopping em dezembro, mudaria seu nome para "Santa Caos".
@edinhomalvadeza

Deu no blog do Japiassu

Alma do negócio



O considerado Roldão Simas, diretor de nossa sucursal em Brasília, onde tudo acontece, apodrece e desaparece sem deixar vestígios, pois Roldão resolveu dar uma olhada nos anúncios cujo objetivo é fazer a humanidade mais feliz:


1. Leio no rodapé de um anúncio a oferta do B 180 da Mercedes Benz em revendedor de Brasília:
"Preço a vista no valor de (sic) R$ 86.979,00 válido no Estado do DF (sic)."
Estado do Distrito Federal?!?!?!?!


2. Numa propaganda da Nextel:
"No caso de pessoas naturais (sic) a contratação também depende de prévia comprovação de atividade específica."
Haveria pessoas artificiais?!?

Assunto relevante
O considerado Youssef Ibrahim, nosso correspondente no Vale do Paraíba, excelso jurisconsulto que muito atua como advogado de causas familiares, envia de uma de suas concorridas bancas:
Está na "capa" do site MSN Brasil, logo abaixo do (ex?)casal:
Juntos desde 2007, Samara Felippo e Leandrinho Barbosa estão separados.
Fiquei na dúvida atroz: afinal, Samara e Leandrinho estão juntos ou separados? Creio que o amigo compreende a relevância do tema, e por isso poderá me ajudar perguntando a Janistraquis se ele tem alguma informação de coxia...
Segundo meu assistente, o casal encontra-se naquela fase do "faz-que-vai-mas-não-vai", também conhecida como nuvem do sertão, aquela que "não-chove-nem-sai-de-cima".

Gol-contra
A professora de português Thaís Nicoleti escreveu numa "dica" do UOL:
O uso do hífen sofreu algumas alterações com a reforma ortográfica. Uma delas foi a eliminação do traço de união de antigos substantivos compostos ligados por preposição. Estão entre eles alguns termos bastante usados quando o assunto é futebol, como quartas de final, oitavas de final, meio de campo, ponta de lança etc.
Note-se que, enquanto meio de campo perdeu os hífens, meio-campo, sem a preposição, continua com o hífen, assim como meio-campista.
Segundo Janistraquis, a lição de dona Thaís prova e comprova que a tal reforma ortográfica é uma bola furada, um gol-contra para avacalhar o idioma.


 Visite o Blogstraquis e a coluna de Moacir  Japiassu no site Comunique-se.

Enxugando gelo

Twitter e Facebook excluem perfis de hackers que apoiam o WikiLeaks



Da Redação


As redes Twitter e Facebook excluíram as contas do grupo Operation Payback, que se diz responsável por uma série de ataques contra os sites da Mastercard e Visa. A invasão aos sites foi uma forma de protesto contra o fato de as duas empresas terem bloqueado a transferência de doações de seus clientes para a conta do WikiLeaks.
O primeiro perfil a ser suspenso foi o do Facebook, logo em seguida, após sugerir que vazariam números dos cartões de clientes da Mastercard e Visa, a conta @Anon_Operation do Twitter também foi excluída. O perfil no microblog contava com mais de 20 mil seguidores, informa o blog The Huffington Post.
O WikiLeaks é conhecido por vazar documentos secretos de governos, principalmente do estadunidense. Membros da Casa Branca pediram a suspensão do site, que foi obrigado a mudar de servidor, mas se mantém ativo. O criador do WikiLeaks, Julian Assange, continua preso na Inglaterra, sob acusação de estupro. Assange nega o crime e diz que sofre perseguição política.


Fonte: Comunique-se

Toda (quase) nudez será castigada

Nudez na TV não pode ser reproduzida em revista



O Grupo de Comunicação Três S/A deverá pagar R$ 30 mil à atriz Danielle Winits pelo uso sem autorização de sua imagem na Revista Istoé. A indenização por dano moral foi concedida pela 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que reformou decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A atriz pedia a condenação da editora ao pagamento de dano moral e material em R$ 300 mil. Ela não havia conseguido o reconhecimento do dano tanto na primeira quanto na segunda instância.
No Recurso Especial, Danielle Winits informou que a revista usou sua imagem, sem autorização, na edição de 23 de janeiro de 2002. Fotos suas, sem roupa, foram capturadas de imagem televisiva “congelada” e usadas para ilustrar crítica da revista à minissérie “Quintos dos Infernos”, em que a atriz atuava. (...)


Fonte: Conjur

Essa história me lembra aquele comentário do finado Alborghetti sobre a Playboy daquela jornalista que teve um "enlace amoroso" com Renan Calheiros, ao questionar sobre o valor dado pelo "pastel de cabelo" (sic) da senhora em questão. Sutil como um tanque panzer, Alborghetti proferiu a seguinte frase: "E o cunete, quanto é"? Está no youtube para quem quiser ver.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

Música grega

Um pouco de música grega, sim senhor! Já fiz playlist de música italiana, alemã, árabe e agora vou de Grécia. É claro que nem tudo eu consigo encontrar no goear como a belíssima  "Tsifteteli"  ( quem tiver, favor postar no goear e me avisar), mas tem coisa muito boa como: Despina Vandi, Sarbel ("Se pira sobara" é daquelas clássicas) e é claro, Mikis Theodorakis e sua indefectível "Sirtaki" (podia até mesmo ser o hino da Grécia, de tão conhecida). Num futuro não muito distante, quero ver se faço alguma coisa de música balcânica. Por enquanto απολαύστε τον ήχο.


quarta-feira, dezembro 08, 2010

Quando a gente acha que já viu de tudo...

Apresentador da BBC comete gafe e sai do estúdio por excesso de risos

Da Redação


Um episódio inusitado marcou o giro de notícias do programa "Today", da BBC Radio 4. Logo após os destaques do dia, o apresentador do programa James Naughtie trocou o sobrenome do Ministro da Cultura, Jeremy Hunt, por “Cunt” que, na gíria em inglês, pode significar um termo depreciativo às mulheres ou mesmo um sinônimo para o seu orgão íntimo.
No momento em que Naughtie anunciou que conversaria ao telefone com o "Cunt" ao invés de Hunt, instantes de total silêncio tomaram o estúdio e o apresentador, que depois tentou disfarçar os risos com seguidas tosses. “Um ataque de tosses”, disse um colega de estúdio que deu sequência ao noticiário. O jornalista James Naughtie teve que sair do estúdio para conter o riso.
Cerca de dez minutos depois, o âncora do programa "Today" voltou ao ar para pedir desculpas aos seus ouvintes, embora grande parte tenha achado cômica a situação. “Pelos emails, sabemos que alguns de vocês acharam engraçado e outros ficaram ofendidos", comentou Naughtie, durante a atração.


Reação do Ministro
No Twitter, o ministro da Cultura e Esporte do Reino Unido, Jeremy Hunt, disse que riu tanto quanto o apresentador do programa: “Eles dizem que você deve estar preparado para tudo antes de ser entrevistado pelo "Today", mas por essa eu não esperava...Eu ri igual a você Jim (James Naughtie) ou deveria te chamar de Dr. Spooner”, postou Hunt.
Fonte: Comunique-se





terça-feira, dezembro 07, 2010

O fenômeno wikileaks


WikiLeaks: substituto do jornalismo investigativo?



Mais de uma semana após o início da divulgação de um lote de documentos secretos da diplomacia americana pelo WikiLeaks, o polêmico site de vazamento de informações confidenciais e seu fundador, Julian Assange, continuam no centro de um debate sobre ética, liberdade de expressão e jornalismo.

Larry Womack criticou Assange duramente no Huffington Post, afirmando que ele "tem continuamente mostrado não ter ética como jornalista, blogueiro ou ser humano." Womack estendeu as críticas aos blogueiros e comentaristas da internet que apóiam Assange, ironizando: "Se você é um blogueiro que se preocupa com a divulgação de notícias importantes, por que não baixar os documentos, reter as informações sensíveis e publicar os resultados ou os detalhes relevantes no seu próprio blog? Ah, claro, isso seria trabalhar como gente grande, o que é elitista e tão ultrapassado".
Em contraste, Matthew Dowd, que foi conselheiro do ex-presidente George W. Bush, questionou quando se tornou errado revelar a verdade sobre as ações do governo, especialmente quando esse mesmo governo não vê problemas em espionar a comunicação dos cidadãos: "Se queremos recuperar a confiança em nosso governo, talvez devêssemos começar dizendo a verdade, guardando menos segredos e respeitando a privacidade dos cidadãos um pouco mais", disse.
O programa Democracy Now propôs um debate sobre os limites da transparência - e se o WikiLeaks teria ultrapassado essa fronteira.
No momento em que Assange é acusado de crimes sexuais na Suécia, o PayPal suspende a possibilidade de seus usuários fazerem doações para WikiLeaks e o Amazon bane o site de seus servidores, o editor do Siliconrepublic, John Kennedy, se pergunta "quem está em julgamento: Assange, a tecnologia ou a liberdade de expressão?" E continua: "Uma nova era começou e os segredos já não podem mais ser guardados para sempre. Talvez tenha chegado a hora de os que ocupam posições de poder aprenderem a ser comportar direito? Ou, melhor ainda, a não ter segredos".
No blog do BBC College of Journalism, o editor executivo, Kevin Marsh, argumenta que é importante considerar a serventia das informações divulgadas pelo WikiLeaks para o jornalismo. "A divulgação dos documentos da diplomacia americana não impressionou tanto - mas isso não significa que foi uma coisa ruim. Nenhum jornalista deveria dizer que a divulgação em si não serve ao interesse público... Mas essa divulgação não foi e nunca poderia ser um fim em si."
O problema com o WikiLeaks, Marsh prossegue, é que ele não é proeminente e, por isso, não pode substituir o jornalismo investigativo: "Por conta da maneira através da qual o jornalismo investigativo em geral se desenrola - um informante que, com ou sem razão, sente algum tipo de violação moral -, ele tem uma coisa mágica a que chamamos de proeminência. Mas proeminência é algo que o vazamento de segredos em escala industrial não tem. Vazar informações secretas só por vazar informações secretas ou na esperança de impressionar o poder e o jornalismo como o conhecemos. Um informante sem proeminência não serve ao interesse público - no sentido de capturar a atenção da população de forma a fortalecer seu discurso para que ele tenha potencial de promover alguma mudança. O risco é que convençamos a nós mesmo de que o estilo WikiLeaks de transparência é um substituto para o jornalismo investigativo, em vez de um precursor de possibilidades jornalísticas".
Enquanto mais mensagens diplomáticas forem divulgadas, o jornal britânico The Guardian e a agência Reuters farão atualizações e destacarão as informações mais relevantes.
Fonte: Knight Center of Journalism in the Americas

Em tempos de fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, este parece ser um assunto bem pertinente. Segundo os defensores da liberdade de expressão irrestrita e sobreposta aos demais direitos, não há necessidade de formação para ser jornalista. Daí então surgem novos atores, como o wikileaks, que ignoram solenemente aquilo que um dia foi a convalecente "ética jornalística" e publicam documentos e notícias que desagradam os detentores do comando do status quo. Quando a coisa estava no plano das ofensas e da boataria, no estilo Revista Veja-Reinaldo Azevedo-Diogo Mainardi a coisa  era chamada de liberdade de expressão. Agora, quando são divulgados documentos secretos, isso chama-se irresponsabilidade. Até quando teremos vários pesos e medidas para a mesma coisa dentro do jornalismo? O discurso está ficando gasto pessoal da liberdade de expressão!

Coisas natalinas

A espetacularização da notícia


Tragédia ou espetáculo? Especialista vê exagero na cobertura da violência no Rio



Por Izabela Vasconcelos


Os confrontos entre traficantes e policiais no Rio de Janeiro, durante a última semana, ocupou boa parte das páginas dos jornais, revistas e espaço nas emissoras de televisão e rádio. No entanto, para o antropólogo Edilson Almeida da Silva, autor do livro Notícias da violência urbana: um estudo antropológico (Editora UFF), apesar do conflito não poder ser negligenciado, a cobertura jornalística cometeu excessos e tratou o assunto de uma forma simplista.
“Apesar de ser um grande conflito, há certa espetacularização do problema. É tratado de uma maneira maniqueísta, como mocinhos e bandidos. Apenas dois lados se contrapondo é uma forma simplista”, define o pesquisador do Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-InEAC), da Universidade Federal Fluminense.
Para ele, a cobertura da violência no Rio de Janeiro cresceu ao longo dos anos porque passou a atingir classes que antes não se sentiam fragilizadas. “A violência se difundiu para segmentos da sociedade que antes se consideravam mais afastados da violência, e agora se sentem sensíveis. Isso mobiliza a cobertura”, avalia.


Divulgar os suspeitos
Segundo ele, até pouco tempo a mídia adotou uma postura satisfatória ao evitar noticiar nomes de bandidos e facções, mas com o recente conflito, voltou a identificar os criminosos. “Para poder apoiar a ação das UPPs, eles acabam fazendo o que eles tinham evitado, usar os nomes dos bandidos, o que acaba dando um espaço que os criminosos não merecem”.
Silva também afirma que a mídia filtrou entrevistas e trouxe muitos relatos, mas alguns deles não refletiam a fiel realidade. “Os jornalistas fazem filtragens das pessoas da comunidade, dos moradores, mostram muitos felizes, mas nem sempre reflete o que todos estão sentindo”.

Destaque no Brasil e nos EUA
Durante o conflito, a Globo chegou a transmitir mais de cinco horas ininterruptas do confronto. A Record fez o mesmo por mais de duas horas. A semana do conflito também ilustrou, por dias, as manchetes de jornais, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo. A equipe do jornal Extra fez transmissões por twitcam e criou uma página no Twitter exclusiva para a cobertura.
O jornal The New York Times chegou a afirmar que a mídia nacional conseguiu “cativar” os brasileiros para a cobertura do confronto como em nenhum outro evento desde a Copa do Mundo da África do Sul.
Fonte: Comunique-se

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Geração Rock'in Rio IV

Música árabe

Um playlist de música árabe. Por que não? Eu gosto, acho que é pouco divulgado aqui no Brasil, mas tem muita qualidade. Infelizmente conheço muito pouco e só consegui achar os mais conhecidos por aqui como Khaled, Cheb Mami, Dissidentem. Tem até Sting se aventurando  pelo ritmo das mils e uma noites. Vale conferir!

A frase da semana

As mulheres não ficam bonitas por causa da Maquiagis. Elas ficam bonitas porque é o Mé que agis.
@mussumalive


Abadá é igual a supositório. Só tem um lugar onde o uso é aceitável e mesmo assim você deveria ter vergonha.
@_Pavan_

Deu no blog do Japiassu

O "alge" de hoje e a "algeriza" de ontem


O considerado José Eduardo Ribeiro Chagas, advogado em Belo Horizonte, envia de seu escritório na Av. Afonso Pena esta jóia bateada no aluvião da insciência:
Estava escrito na matéria intitulada Combate ao tráfico -- Estrategista gaúcho no comando:
"Na Polícia Federal, Beltrame ainda não alcançou o auge da carreira, que é a de delegado especial, uma exigência para se tornar diretor-geral da corporação, cargo para o qual seu nome chegou a ser cogitado."
Aí, alguém puxou o seguinte trecho e tascou, em corpo bem maior:
"Na Polícia Federal, Beltrame não alcançou o alge da carreira, que é delegado especial."
O alge, veja só que absurdo! O alge!...
A, digamos, lamentável ocorrência, nos fez recordar outra e mais recuada no tempo, quando a TV ainda não tinha cores mas já brilhavam algumas inteligências. É que numa mesa-redonda esportiva, um comentarista de voz e trejeitos professorais disse, a propósito de algo ou alguém que lhe causava certa aversão:
"TENHO ALGERIZA"
E, pausadamente, repetiu, para espanto universal: AL-GE-RI-ZA!
Escrevo com G, de alge, mas poderia escrever com J, de ojeriza; afinal, não se tratava de texto, mas de exaltado desabafo oral.

"Adevogado"
Doze considerados leitores desta coluna escreveram para protestar contra a entrevista, na GloboNews, de um advogado chamado Bruno Rodrigues, criminalista carioca. Um desses leitores, Gabriel Henrique dos Santos, economista no Rio de Janeiro, estava particularmente indignado:
"Não sei por que ouvir as 'opiniões' de um sujeito como esse Bruno Rodrigues! Ele disse na TV, em plena hora do almoço, que a guerra nos morros cariocas não combate traficantes, assassinos e terroristas; trata-se de uma 'violência absurda' contra cidadãos aos quais a sociedade negou oportunidades de vida honesta!!! Ou esse advogado é uma besta quadrada ou um louco varrido...".
Ô Gabriel, o homem não é uma besta e muito menos doido; é apenas e simplesmente um adevogado.


Errei, sim!
“SAI DE BAIXO! – Título de primeira página da Gazeta Mercantil: Terra sobe no Centro-Oeste. Janistraquis acha que o jornal se enganou: ‘Considerado, não existe tal fenômeno na natureza porque a lei da gravidade não deixa’, ensinou; ‘terra não sobe, terra cai – e quando essa desgraça acontece é bom sair de baixo!’” (janeiro de 1991)

Defensores do mundo livre

Governo dos Estados Unidos admite ter derrubado WikiLeaks



Da Redação


O Departamento de Segurança Doméstica dos Estados Unidos e o senador americano Joe Lieberman, presidente da comissão de Segurança Nacional do Senado, confirmaram ter pressionado a Amazon para que derrubasse o site WikiLeaks, que publica documentos secretos do governo estadunidense. A página online ficou fora do ar por cerca de cinco horas.
"Eu peço a qualquer outra companhia ou organização que esteja abrigando o WikiLeaks a imediatamente encerrar a sua relação com o site", afirmou Lieberman.
A página era hospeda no servidor da Amazon Web Services. Com o corte do serviço, o site foi transferido para o servidor sueco Bahnhof. A Amazon não se pronunciou sobre as acusações.
No Twitter, o WikiLeaks, de Julian Assange, demostrou ironia. "Servidores do WikiLeaks na Amazon derrubados. Liberdade de expressão na terra dos livres. Tudo bem, nosso $ agora é gasto para empregar pessoas na Europa".
Assange é procurado pela Interpol, a pedido da corte criminal de Estocolmo. O fundador do site é acusado de estupro, assédio sexual e coerção ilegal. Assange nega todos os crimes e diz que as acusações fazem parte de uma perseguição para desmerecer seu trabalho.
As informações são da Folha de S.Paulo.


Fonte: Comunique-se

Ah, se a URSS ainda existisse...

Espírito Santo, a bola da vez!

Câmara aprova regras de distribuição de royalties



O Plenário da Câmara aprovou, nesta quinta-feira (2/12), nova regra de distribuição de royalties do petróleo. Estados produtores, como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, terão de dividir recursos com todos os demais estados brasileiros. A mudança gerou divergências no plenário, mas ainda pode ser vetada pelo presidente da República. O substitutivo do Senado para o Projeto de Lei 5940/09 estabelece uma nova regra de distribuição dos royalties do petróleo entre todos os estados e municípios. O texto, de autoria do Executivo, segue agora para sanção presidencial.


Fonte: Conjur

Pois é, políticos e integrantes da “Inteligêntzia” capixaba passaram quase uma década dizendo que o ES iria dar um passo importante, iria se tornar uma potência, era a bola da vez e o escambau. Aí veio o pessoal que ignora solenemente o pacto federativo e mandou pra casa do caralho aquele negócio de autonomia dos estados, mandando uma mensagem bem clara: A ordem é socializar a divisão dos lucros.

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Obviedades

CBF: BBC e jornal suíço acusam Ricardo Teixeira de receber propina



Da Redação

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, foi alvo de duas acusações no começo da começa, sobre um suposto esquema de propina. O jornal suíço Tages-Anzeiger e a rede de televisão britânica BBC afirmaram que o dirigente recebeu cerca de R$ 16 milhões da extinta ISL, empresa de marketing esportivo.


De acordo com os dois veículos de comunicação, Teixeira recebeu dinheiro de forma ilícita da ISL entre 1989 e 1999. Além de Teixeira, a matéria do programa "Panorama", da BBC, diz que o camaronês Issa Hayatou e o presidente da Confederação Sul-americana de Futebol (Conmebol), o paraguaio Nicolas Leoz, também teriam recebido dinheiro da empresa que faliu em 2001. (...)
Fonte: Comunique-se

Só faltou a galera da arquibancada dos estádios com aquela faixa: "Eu já sabia"!

Símbolo das olímpiadas do Rio de Janeiro

Verdade inconveniente

“Você tem que se tratar”, diz Lula irritado com pergunta de repórter



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se irritou com a pergunta de um repórter, enquanto participava do fechamento simbólico da primeira de 14 comportas da Usina Hidrelétrica Estreito, no Maranhão, nesta terça-feira (30/11). Questionado se sua visita ao Maranhão seria um agradecimento à "oligarquia Sarney" nos oito anos de seu governo, Lula respondeu que a pergunta era preconceituosa e disse que o repórter deveria “se tratar”.

"Uma pergunta preconceituosa como esta é grave, para quem está oito anos cobrindo Brasília. Demonstra que você não evoluiu nada. É uma doença. O Sarney colaborou muito para a institucionalidade. Eu não sei por que o preconceito. Você tem de se tratar. Quem sabe fazer psicanálise, para diminuir um pouco esse preconceito", respondeu o presidente. (...)
Fonte: Comunique-se

Se eu fosse ele perguntava como o jornal da repórter ( parece que foi uma jornalista) faz para conseguir anúncio.

sábado, novembro 27, 2010

Já vai tarde!

Após 18 anos, programa “Casseta & Planeta” sairá do ar

Da Redação
Em nota oficial, a Rede Globo divulgou nesta sexta-feira (26/11) que o humorístico “Casseta & Planeta, Urgente!”, no ar há 18 anos, será retirado de sua programação televisiva em dezembro (22) deste ano. Segundo o integrante Hélio de La Peña, a decisão não partiu da TV Globo, mas foi tomada pelos humoristas que compõem o programa.
Embora a atração tenha chegado ao fim, todos os integrantes do “Casseta” continuarão na emissora, que promete para o segundo semestre de 2011 um novo programa de humor voltado ao popular. “Temos de pensar no público que assiste à TV aberta. É um veículo extremamente popular, não dá para fazer TV a cabo no horário nobre", conta de La Peña.
Na página oficial do programa, um comunicado oferecido pelo quadro "Organizações Tabajaras" traz uma mensagem de despedida aos telespectadores. "Agradecemos a todos os nossos fornecedores, colaboradores, clientes, telespectadores e credores. Um beijo no caveirão!"
As informações são do Globo.com
Fonte: Comunique-se

É claro que a decisão de acabar com o programa foi da direção da Globo ou alguém acredita que uma pessoa (no caso um grupo) vai querer ficar desempregado? Na verdade esse programa acabou há muito tempo, repetindo à exaustão velhas fórmulas que só alegravam os fãs mais fanáticos. Piadas chulas e sem criatividade, além do puxasaquismo explícito a Globo e seu plantel deram a tônica desse programa nos últimos anos. Como se não bastasse isso tudo, ainda tem esse Marcelo Madureira tentando ser uma espécie de Diogo Mainardi. Quem sabe ele não encontra emprego na Veja?