O lugar é tão quente que parece a sucursal do inferno, mas tem um povo hospitaleiro e um ritmo de vida bem tranquilo, coisa que está me dando saudade ultimamente. Olhava aquele pessoal despreocupado, sem o inferno da competição, da necessidade de chegar no horário, da obrigatoriedade de ser o melhor, de se especializar, de ganhar mais. Enfim, acho que estou ficando velho mesmo!
Depois de uma viagem longa - nos deparamos com um acidente fatal na estrada - eu e meu amigo chegamos a Governador Lindemberg. Era mais de nove horas e o pessoal estava chegando para o expediente.
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O pessoal lá gosta muito de moto
Não podia faltar a igrejinha.
O posto de saúde da cidade. Afastado a cerca de um quilômetro, achei-o sob sol escaldante.
Cena pitoresca: uma máquina de escrever próxima a um computador antigo e um mais moderno.
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Cajaíba no bar do seu Gê. De acordo com o proprietário, ele dispõe de cerca de 600 garrafas de cachaça na parte de cima, no subsolo são 2000. Haja fígado!
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Entre a cerveja e as outras garrafas´está a garrafa da cachaça caseira Zé Graveto, que seu Gê não revela a receita nem sob tortura. Muito boa!
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Uma estrada para a ponte de safena. Comi só uma linguiçinha.
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