sexta-feira, outubro 30, 2009

Tropeços no vernáculo

Que a língua portuguesa é difícil e traiçoeira nos já sabemos, agora não dá para resistir quando um “coleguinha” de um veículo de comunicação dá uma escorregada. Ainda mais depois de passar por cursos de residências, dinâmica de grupo, inglês avançado, teste do sofá e o escambau. Eis aqui algumas pérolas expostas no blog do Moacir Japiassu e que me concede o direito de excercer o meu “jus sananeandi”.
Chamada na capa do UOL: Pressão internacional -- ONU volta a pedir fim do embargo americano à Cuba
Não sei de onde o coleguinha achou essa crase, mas está equivocado. Só para recordar Tia Neném: Se vou a e volto da, crase há. Se vou a e venho de, crase para quê?

Essa outra aqui foi identificada pelo jornalista Sergio Gomes
"Minimizada desde 1992, a eterna rivalidade entre Nélson Piquet e Ayrton Senna se reacendeu nesse sábado. Buscando defender o filho Nelsinho do acidente proposital em que se envolveu na edição 2008 do GP de Cingapura, o ex-piloto garantiu não ver motivo para histeria no mundo da F1, mesmo porque Senna 'ganhou dois títulos' utilizando de artefatos semelhantes."
Além do erro em utilizar alguns estilos gramaticais o autor utiliza o termo “artefatos” quando o certo seria “aritfícios”. Esses cursos de residência...

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